{"id":176,"date":"2024-08-16T10:36:41","date_gmt":"2024-08-16T10:36:41","guid":{"rendered":"https:\/\/aesbvizela.edu.gov.pt\/?page_id=176"},"modified":"2024-08-16T10:37:53","modified_gmt":"2024-08-16T10:37:53","slug":"diretor","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/aesbvizela.edu.gov.pt\/?page_id=176","title":{"rendered":"Diretor"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-x-large-font-size\"><strong>Filipe Gon\u00e7alves: &#8220;A Escola P\u00fablica d\u00e1 mais oportunidades&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em><a href=\"https:\/\/www.radiovizela.pt\/noticia-filipe-goncalves-a-escola-publica-da-mais-oportunidades\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Entrevista > r\u00e1dio Vizela > 11.abril&#8217;24<\/a><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-big-font-size\"><br><em>Filipe Gon\u00e7alves passou pela R\u00e1dio Vizela como convidado de mais uma edi\u00e7\u00e3o do \u201cEspecial Informa\u00e7\u00e3o\u201d depois de ter tomado posse como diretor do Agrupamento de Escolas de S. Bento. O professor natural de Santa Eul\u00e1lia tem agora em m\u00e3os o desafio de liderar um projeto que \u00e9 fundamental na vida de muitas crian\u00e7as e jovens e, por isso, na vida de muitas fam\u00edlias vizelenses.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 uma grande responsabilidade? Estamos a falar de um Agrupamento, com quase 20 anos de atividade e que tem ao seu encargo um total de 1497 alunos\u2026<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 uma responsabilidade muito grande, mas tamb\u00e9m um grande orgulho estar na Dire\u00e7\u00e3o deste Agrupamento, que considero j\u00e1 minha casa, fazendo dele parte desde a sua forma\u00e7\u00e3o. Na educa\u00e7\u00e3o, temos o privil\u00e9gio de poder contribuir para moldar a gera\u00e7\u00e3o futura. Gosto muito de ser professor e, mesmo com os tempos conturbados que se vivem, se voltasse a atr\u00e1s, voltaria a querer ser professor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em que momento \u00e9 que percebeu que seria este o caminho? Aconteceu de forma natural?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Como professor percorri o pa\u00eds e, ao fim de oito anos, fiquei colocado no Agrupamento de Escolas de Infias, tendo no segundo ano, sido convidado pela Professora Rosa Maria a fazer parte da sua lista como vice-presidente. Entretanto passei para subdiretor e agora, com a sua aposenta\u00e7\u00e3o, o caminho percorrido foi natural, embora muito refletivo. Mas penso que o mais certo. Quando gostamos do que fazemos e da casa onde estamos, temos de dar o passo em frente e assumir as responsabilidades. Espero estar \u00e0 altura das expetativas.<\/p>\n\n\n\n<p>Disse esperar estar \u00e0 altura do legado da Professora Rosa Maria, \u201cuma administra\u00e7\u00e3o escolar assente numa vis\u00e3o humanista e inclusiva\u201d. Em que medida \u00e9 que essa gest\u00e3o est\u00e1 refletida no dia a dia deste Agrupamento?<\/p>\n\n\n\n<p>Essa vertente humanista e inclusiva foi, desde sempre, uma marca pessoal da Professora Rosa Maria. Somos uma escola de afetos, h\u00e1 uma proximidade muito grande com os alunos e houve tamb\u00e9m, desde sempre, a necessidade de incluir todos. A Professora Rosa Maria respondeu sim \u00e0 necessidade de criar unidades de multidefici\u00eancia na escola sede. \u00c9 minha responsabilidade dar continuidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Projetos que, por vezes, s\u00e3o dif\u00edceis de executar\u2026<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sem d\u00favida, mas s\u00e3o essenciais \u00e0 escola. A educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o se faz sem emo\u00e7\u00e3o, sem contacto pessoal. Percebeu-se isso no ensino no per\u00edodo da pandemia e isso permite-nos saber que n\u00e3o seremos substitu\u00eddos pela Intelig\u00eancia Artificial, porque nenhuma m\u00e1quina ou ecr\u00e3 consegue substituir as rela\u00e7\u00f5es humanas e \u00e9 importante valorizar essa componente no ensino.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dizia recentemente que \u201ch\u00e1 escolas que s\u00e3o asas, onde se pretende encorajar o voo\u201d e que a sua proposta \u00e9 que este seja acompanhado de aud\u00e1cia, arrojo e atrevimento. Como \u00e9 que se prop\u00f5e a faz\u00ea-lo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Essas palavras s\u00e3o de Rubem Alves &#8211; h\u00e1 escolas que s\u00e3o asas &#8211; e deram mote ao lema adotado pela Professora Rosa Maria. A minha proposta \u00e9 que lhe acrescentemos aud\u00e1cia e sonho. N\u00f3s, professores e pais, preparamos estas novas gera\u00e7\u00f5es para os voos que ter\u00e3o de fazer, porque n\u00e3o podemos estar sempre a ampar\u00e1-las. \u00c9 importante dar-lhes capacidade de voar mas tamb\u00e9m faz\u00ea-las acreditar que o conseguem fazer. \u00c0s vezes, \u00e9 preciso tomarmos decis\u00f5es arriscadas, da\u00ed a necessidade da aud\u00e1cia. H\u00e1 situa\u00e7\u00f5es em que prevalece o comodismo, quando \u00e9 necess\u00e1rio ir mais al\u00e9m. N\u00e3o devemos sonhar demasiado alto, mas \u00e9 importante que tenhamos sonhos, o que me deixa triste, por vezes, \u00e9 falar com os alunos e sentir que eles n\u00e3o t\u00eam grandes expetativas, que n\u00e3o acreditam naquilo que podem realizar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como \u00e9 que esse trabalho se faz na escola?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Temos de abrir horizontes e faz\u00ea-los acreditar. \u00c9 importante que haja um trabalho de proximidade muito grande. \u00c9 dif\u00edcil estarmos atentos \u00e0 individualidade, estamos a falar de um Agrupamento com cerca de 1500 alunos mas, m\u00e9rito aos nossos profissionais, que est\u00e3o atentos quando um aluno est\u00e1 com fome, e isto acontece, ou quando um aluno sai da casa de banho com l\u00e1grimas nos olhos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>De um total de 1497, 586 alunos (39%) beneficiam de A\u00e7\u00e3o Social Escolar. Este n\u00famero tamb\u00e9m diz muito daquele que tem de ser o papel da escola?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao n\u00edvel da A\u00e7\u00e3o Social Escolar j\u00e1 tivemos percentagens superiores, mas ainda assim \u00e9 consider\u00e1vel. E n\u00e3o s\u00e3o apenas estes casos. Temos de estar atentos a muitas situa\u00e7\u00f5es da classe m\u00e9dia, atendendo a altera\u00e7\u00f5es das condi\u00e7\u00f5es ou at\u00e9 por op\u00e7\u00f5es de vida, que podem ser question\u00e1veis, mas que depois acabam por tornar dif\u00edcil cumprir com os encargos que da\u00ed decorrem. Temos de estar atentos a essa componente que \u00e9 extremamente importante, n\u00e3o conseguimos ter alunos atentos numa sala de aula se n\u00e3o tomarem o pequeno-almo\u00e7o antes de chegarem \u00e0 escola. Vamos detetando muitas situa\u00e7\u00f5es. Por essa raz\u00e3o, a escola atribui suplementos alimentares, ajuda com cabazes em todos os per\u00edodos e disponibiliza roupa oferecida pela comunidade. Ainda assim temos sempre o receio de haver casos que nos escapem. Mas um aluno que tem um suplemento alimentar, n\u00e3o tem de ter receio de o utilizar, porque n\u00e3o \u00e9 vis\u00edvel. Tem o seu cart\u00e3o e s\u00f3 tem de o utilizar no bar como qualquer colega.<\/p>\n\n\n\n<p>Como dizia h\u00e1 pouco, o n\u00famero de situa\u00e7\u00f5es tem vindo a estabilizar, houve uma altura em que cresceram, quando se verificou em Vizela uma crise maior no t\u00eaxtil e houve mais falta de emprego. Neste momento, temos \u00e9 a comunidade estrangeira, de onde surgem, por vezes, situa\u00e7\u00f5es problem\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>De que forma \u00e9 que estes novos tempos que somam as dificuldades econ\u00f3micas a alguma instabilidade social e at\u00e9 familiar, interferem na vida da comunidade educativa?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A fam\u00edlia \u00e9 uma componente muito importante. \u00c9 a base, o pilar. Muitas das vezes, diz-se que em casa \u00e9 para educar e na escola \u00e9 para ensinar, mas eu acredito que os pilares est\u00e3o em casa, mas que a escola n\u00e3o ensina s\u00f3, tamb\u00e9m educa. Os alunos passam mais tempo acordados na escola do que em casa e, por isso, \u00e9 extremamente importante essa nossa tarefa. Da\u00ed a import\u00e2ncia desta liga\u00e7\u00e3o entre a escola e a fam\u00edlia. A sociedade n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. \u00c9 muito mais dif\u00edcil ser-se hoje jovem do que era no nosso tempo. T\u00ednhamos os nossos murais que eram os parapeitos das janelas ou as paredes do pavilh\u00e3o. Pod\u00edamos escrever e apagar de seguida. Agora n\u00e3o. Publica-se algo numa rede social e perde-se o controlo da situa\u00e7\u00e3o. \u00c9 muito dif\u00edcil. S\u00e3o tantos os chamamentos que se apresentam como mais interessantes que a escola, que \u00e9 normal eles alternarem as suas aten\u00e7\u00f5es. \u00c9 muito complicado ser-se jovem neste momento. Mesmo. E cabe-nos a n\u00f3s, mostrar-lhes a import\u00e2ncia da escola. \u00c9 uma dificuldade, embora tenhamos um conjunto muito bom de alunos que valorizam muito a escola e que percebem que \u00e9 ela que vai condicionar o seu futuro. Ali\u00e1s, todas as estat\u00edsticas dizem isso mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Continua a ser o maior elevador social?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sem d\u00favida. S\u00e3o melhores sal\u00e1rios, menor desemprego. At\u00e9 os indicadores de sa\u00fade s\u00e3o melhores quando h\u00e1 mais forma\u00e7\u00e3o. Muitas vezes sentimos num outro grupo de alunos que n\u00e3o existe esta valoriza\u00e7\u00e3o e que s\u00f3 est\u00e3o \u00e0 espera de chegar ao 12\u00ba ano ou aos 18 anos para abandonarem a escola, que s\u00f3 v\u00eam como obriga\u00e7\u00e3o. N\u00e3o pode ser. Todos n\u00f3s, enquanto cidad\u00e3os, investimos imenso, atrav\u00e9s dos nossos impostos, na educa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A institui\u00e7\u00e3o fam\u00edlia tamb\u00e9m est\u00e1 hoje a passar por uma fase dif\u00edcil?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e1. Sentimos isso. A frase \u201cum casal tinha v\u00e1rios filhos\u201d transformou-se na express\u00e3o \u201ccada filho tem v\u00e1rios pais\u201d. H\u00e1 uma desestrutura\u00e7\u00e3o do seio familiar mas tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 isso que condiciona o percurso do aluno. Temos casos de fam\u00edlias estruturadas em que os alunos n\u00e3o valorizam a escola e temos tamb\u00e9m o contr\u00e1rio. melhores e outros piores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201c\u00c9 imperioso promover uma educa\u00e7\u00e3o integral dos alunos, preparando-os para uma cidadania ativa de uma sociedade em constante mudan\u00e7a\u201d. As palavras s\u00e3o suas\u2026<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Temos de perceber que, muito provavelmente, os alunos que est\u00e3o no Agrupamento, os mais novos quase de certeza, ter\u00e3o profiss\u00f5es que hoje ainda n\u00e3o existem. E a ideia de que vamos ter aquela profiss\u00e3o e vamos mant\u00ea-la toda a nossa vida ativa, \u00e9 quase uma utopia. Cabe-nos dar-lhes as ferramentas que lhes permitam adaptar-se e formar-se como cidad\u00e3os. N\u00e3o interessa que saibam muito sobre determinada mat\u00e9ria se depois n\u00e3o conseguirem estar em sociedade ou adaptarem-se a novas realidades, por isso, tem de ser um ensino muito mais abrangente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A escola deve significar, em primeiro de tudo, a igualdade de oportunidades?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 o principal des\u00edgnio de uma escola p\u00fablica. N\u00e3o desistimos de nenhum aluno, por isso, eles tamb\u00e9m n\u00e3o podem desistir deles pr\u00f3prios. Se os outros conseguem, eles tamb\u00e9m o conseguir\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao mesmo tempo, percebemos hoje que s\u00f3 no Agrupamento de Escolas de S. Bento h\u00e1 127 alunos de nacionalidade estrangeira, o que deve colocar um sem n\u00famero de desafios \u00e0 dire\u00e7\u00e3o que agora lidera?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 um desafio novo e que abrange mais de 20 nacionalidades. Mas tamb\u00e9m \u00e9 uma oportunidade. Temos de apostar muito na multiculturalidade. A nossa realidade nacional n\u00e3o era a mesma se n\u00e3o os tiv\u00e9ssemos, eles s\u00e3o necess\u00e1rios. Primeiro ponto. Depois, o trabalho das escolas \u00e9 essencial, porque quanto melhor for a sua inclus\u00e3o, melhor ser\u00e1 a nossa sociedade. Temos a professora Belmira Paiva, que tem feito um trabalho muito merit\u00f3rio e que se dedica quase a tempo inteiro a esta miss\u00e3o e o Agrupamento est\u00e1 preparado para os receber. Tem um manual de acolhimento traduzido em quase todas as l\u00ednguas que se possam imaginar. H\u00e1 umas semanas, somamos mais uma, o \u00e1rabe. Al\u00e9m disso, existem os mentores culturais, fam\u00edlias que est\u00e3o c\u00e1 h\u00e1 mais tempo e que aceitaram o desafio que lhes lan\u00e7\u00e1mos no sentido de ajudarem na integra\u00e7\u00e3o de quem chega. Ajuda ter algu\u00e9m que fala a mesma l\u00edngua.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tem sido poss\u00edvel motivar os professores a irem al\u00e9m da atividade curricular, uma classe que esteve grande parte do \u00faltimo ano em protesto, em defesa de um maior reconhecimento da profiss\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de verem muitos dos direitos postos em causa &#8211; temos injusti\u00e7as muito grandes ao longo da carreira docente &#8211; n\u00f3s, professores, temos sabido separar as \u00e1guas. No s\u00e1bado, podemos estar em Lisboa numa manifesta\u00e7\u00e3o mas, na segunda, damos tudo na sala de aula.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Frequentar hoje a escola p\u00fablica oferece o mesmo leque de oportunidade que uma escola privada?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Acredito que a escola p\u00fablica d\u00e1 mais oportunidades que a escola privada, porque n\u00e3o h\u00e1 sele\u00e7\u00e3o de entrada. N\u00e3o adianta estarmos a colocar os nossos filhos numa esfera teoricamente protegida mas afastada do mundo real. A escola p\u00fablica \u00e9 o espelho da sociedade e \u00e9 l\u00e1 que aprendemos a ver que h\u00e1 diferen\u00e7as sociais entre as pessoas, que nem todos t\u00eam as mesmas oportunidades, que h\u00e1 quem tenha mais dificuldades. A escola deve-nos preparar ao fim de 18 anos para a vida ativa, para enfrentarmos a sociedade real. Os nossos filhos n\u00e3o v\u00e3o estar protegidos eternamente. Sempre fui um defensor e acredito mesmo na escola p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma das suas miss\u00f5es na lideran\u00e7a deste Agrupamento passar\u00e1 pela gest\u00e3o do processo de requalifica\u00e7\u00e3o da escola sede, at\u00e9 porque, recentemente, foi not\u00edcia o facto da obra ter sido contemplada pelo Plano de Recupera\u00e7\u00e3o e Resili\u00eancia\u2026<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Mais do que uma ambi\u00e7\u00e3o, uma necessidade. Finalmente, est\u00e1 a andar e j\u00e1 se est\u00e1 a trabalhar em projetos, mais uma vez, a partir de um trabalho colaborativo muito grande entre o Munic\u00edpio e a escola. Mais do que sermos ouvidos, as nossas opini\u00f5es est\u00e3o a ser tidas em conta e mais do que a sua requalifica\u00e7\u00e3o, a interven\u00e7\u00e3o vai passar pela amplia\u00e7\u00e3o da escola, porque esta foi criada para acolher 25 turmas e, neste momento, j\u00e1 temos 37. Foi inaugurada em 2005, numa realidade diferente. Na altura, t\u00ednhamos duas escolas privadas no concelho, o Instituto Silva Monteiro e o Col\u00e9gio Vizela. Tamb\u00e9m devido \u00e0 emigra\u00e7\u00e3o, h\u00e1 um aumento do n\u00famero de alunos. S\u00f3 num ano verificamos um aumento superior a 100 alunos. Mais importante do que o espa\u00e7o s\u00e3o as pessoas que l\u00e1 trabalham, mas \u00e9 \u00f3bvio que se tivermos conforto t\u00e9rmico e mais espa\u00e7os que nos permitam fazer trabalhos diferentes, isso tamb\u00e9m ir\u00e1 ter impacto na escola.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Filipe Gon\u00e7alves: &#8220;A Escola P\u00fablica d\u00e1 mais oportunidades&#8221; Entrevista > r\u00e1dio Vizela > 11.abril&#8217;24 Filipe Gon\u00e7alves passou pela R\u00e1dio Vizela como convidado de mais uma edi\u00e7\u00e3o do \u201cEspecial Informa\u00e7\u00e3o\u201d depois de ter tomado posse como diretor do Agrupamento de Escolas de S. Bento. 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